
Como Lidar com Perdas e Recomeços: Reflexões Inspiradas em Corações em Fragmentos
dezembro 2, 2025
Revista do Livro: Cida Almeida – Autora de: Eu e minhas histórias
dezembro 20, 2025Graduado em Gestão Pública;
• Casado, três filhos, 67 anos;
• Especialista em Recursos Humanos, tendo exercido a função de Gerente de RH da Fundação Cesp;
• Aposentado na Cesp – 38 anos de serviço (1974 – 2011);
• Atuou como comentarista e analista político na Rádio Auriverde;
• Atuou como apresentador na TVC – Programa Bauru Fala!
• Membro da Academia Bauruense de Letras – Cadeira 33 Patrono Mário Lago
• Escritor – Dez obras concluídas, sendo nove já publicadas.
• 2025: “A Síndrome de Macondo” – Inédito. A ser lançado em novembro deste ano.
• 2024: “Uma Sociedade doente”
• 2024: “Esses loucos, lúdicos e desinformados patriotas”
• 2023: “Brasil, o sonho de uma eterna utopia”.
• 2022: “A democracia dos ausentes – Um exercício de
cidadania”;
• 2020: Diário de uma democracia – 600 dias que marcaram o país;
• 2019: “Reflexões sobre o Brasil”
• 2018: “De Sarney a Temer – Nossa incipiente democracia”;
• 2013: “O Humor no Trabalho” – Histórias engraçadas;
• 2012: “O Tempo na Varanda” – Coletânea de Poemas;
• Ex Presidente da ONG Batra – Bauru Transparente;
• Colaborador do Jornal de Brasília, Blog Uberlândia
Agora; Jornal A Tribuna de Santos.
• Possui o Blog Falando Um Monte, que tem hoje mais de 1.960.000 (Um milhão, novecentos e sessenta mil) acessos em 17 anos de existência. Com 2.480 postagens.
• 1.920 artigos publicados em jornais, revistas e Blogs.
O livro A Síndrome de Macondo é o décimo livro de Rafael Moia Filho, que busca na história e nos fatos que aconteceram ao longo das últimas décadas mostrar a importância das ferrovias na economia e na vida de muitas cidades, em especial Bauru (SP), e do nosso país. O título faz alusão a Macondo, na Colômbia, cidade fictícia onde se passa quase toda a história da família Buendía, narrada no livro Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez. Longe de ser pacífica, a vila é um efervescente lugar de conflitos sociais. Na narrativa de Cem Anos de Solidão, a aldeia cresce a partir de um pequeno assentamento com quase nenhum contato com o mundo exterior. Desde há muitos anos, a cidade de Bauru, fincada na região centro-oeste do estado e nascida de um entroncamento ferroviário, sofre com a privatização e o desmonte do sistema ferroviário nacional, além da falta de interesse de seus políticos. Antes uma cidade com economia pujante, assistiu ao seu desenvolvimento andar para trás e deixar a cada novo ano sua pujança esmaecer, assim como morreram seus trilhos que cortavam cidades, campos e levavam progresso. Desse tempo de glória e desenvolvimento, quase nada restou, exceto trilhos enferrujados junto com vagões abandonados no meio do matagal. O livro também traz relatos de outras cidades e do descaso dos nossos governantes ao longo dos tempos, não somente para com o sistema ferroviário nacional, além de efetuar uma comparação com os sistemas ferroviários de grandes potências ao redor do mundo e ressaltar a importância do sistema para o transporte de cargas, grãos e também de passageiros para a logística nacional.
ENTREVISTA
Olá Rafael. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Fonte: Publish News

