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Olá Claudio. É um prazer contar, novamente, com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?
É uma crônica, dividida em sete partes, cujas situações são cotidianas, porém, com uma visão muito simples e humilde de Espiritualidade, e isso, quero crer, fica evidente na última parte, que chamei de Thakurda e a Luz (na língua “bengali”, falada em vários Estados da Índia, e também em Bangladesh, significa Vovô); quando o nosso protagonista, ao acordar pela manhã, enxerga no espelho que existe na parede de seu quarto, em forma de Energia e Luz, a imagem do Maior que aqui no orbe terrestre pisou, há mais de dois mil anos.
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Não sou religioso, mas creio em Deus, na Lei da Reencarnação, e na sintonia com a divindade que podemos desenvolver, que se encontra dentro de nós; através de atitudes em nome do amor, qual seja, “fazer ao nosso próximo, o que gostaríamos que nos fosse feito”; para isso, devemos seguir o Caminho, que é o Cristo. Em síntese, o nosso modesto texto não se destina a um público específico, mas sim, ao ser humano;mas sempre digo que o presente maior que a Vida me deu foi seu vovô, assim, pretendo deixar, por mais simples que seja, um legado aos amados netinhos, João Pedro, Raul Aquino e Maria Stella..
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Gostaria de trabalhar com livros: talvez em uma loja/livraria, em uma editora, e em tal ambiente fazer qualquer atividade de trabalho, seja uma atividade técnica, administrativa, ou simplesmente fazer entregas, alinhar por ordem alfabética os livros; ainda, copiando o ilustre Sócrates: sei que tem muita coisa que não sei, por isso, estou aberto ao novo.
O que te inspira escrever?
Gosto de ler, e também de escrever; e R.Tagore, é o meu escritor preferido; e G.Harrison, o meu Beatle preferido; ambos, abaixo do Cristo, me inspiram.
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Dou o meu melhor nos textos que componho; são simples, como a vida deveria ser, até porque, não tenho cultura e nem bagagem literária para tirar os pés do chão; por outro lado, como tudo ocorre obedecendo a lei da naturalidade, também guardo comigo algo que ocorreu com o ilustre pintor Vincent van Gogh, que em vida, vendeu apenas um único quadro (A Vinha Encarnada); dessa forma, não espero editar um best seller, porém, a Vida é quem sabe.
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 2016, conversando com pessoas amigas e mais velhas que eu, uma delas, o Alfredo, me indicou a Editora Scortecci.
Obrigado pela sua participação.
Fonte: Revista do Livro

