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ENTREVISTA
Olá Rodrigo. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?
A Lenda do Piolho Caolho e a Princesa é uma aventura medieval divertida entre um piolho (Zé Mirolho) e uma princesa, em que um conflito se transforma em amizade. Além de ser uma história épica, busca mostrar a importância de conhecer melhor a infestação causada pela pediculose.
Com ajuda da Inteligência Artificial, o livro foi musicado e disponibilizado no Youtube:
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A escola do meu filho de 5 anos incentiva os pais a contar histórias para os alunos da turma. Numa ocasião, me candidatei, mas não queria ler um livro qualquer. Quis apresentar algo especial de que meu filho, Levi, sentisse orgulho. Daí surgiu a ideia de escrever o livro.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Já escrevi livros técnicos nas áreas de economia e gestão empresarial, mas nunca havia escrito um livro infantil. Confesso que foi um processo muito divertido! Além da versão em português, em breve será lançada também a versão em espanhol: La Leyenda de Pepe Bizco y la Princesa.
No futuro, pretendo continuar escrevendo novos livros infantojuvenis.
O que te inspira escrever?
O mundo mágico das crianças é fascinante. Elas observam o mundo de uma forma muito especial, que sempre surpreende os adultos. Fazem-nos acreditar que a humanidade pode ser melhor. Assim, bons livros são muito importantes na formação intelectual delas.
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
É um livro muito divertido e diferente. Além disso, quando se ouve a música, a história torna-se mais fácil de internalizar. Essa é uma marca dos meus livros: unir literatura e música na mesma obra.
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Quando você ainda não é conhecido no mundo editorial, as editoras dificilmente dão oportunidade para mostrar seu trabalho. Por isso, para tornar o projeto realidade de forma mais rápida, decidi bancar a produção do livro e apostar no meu próprio trabalho. Minha mãe, Dalva, ao ler a história, conversou com algumas amigas que acabaram me indicando a editora. Estou muito satisfeito com o resultado!
Obrigado pela sua participação.
Fonte: Revista do Livro

