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Revista do Livro: Fernanda Cangerana
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Olá Patrícia. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?
A verdade nas emoções traz lembranças do passado de um vovô e as descobertas que ele faz sobre si mesmo e sobre as pessoas com quem conviveu, através dessas lembranças, ampliando a compreensão da sua própria existência. Espero que tais descobertas e entendimentos permitam que nos conheçamos melhor. E sejamos mais felizes.
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu depois de um café com um amigo maravilhoso em 2025. Refletir sobre nossa amizade tão especial, e tão duradoura, despertou em mim a vontade não só de homenageá-lo, mas também as amizades raras e únicas que temos na vida. O livro é para quem deseja conhecer a si mesmo, a quem se permitir emocionar e pensar a vida sob outras perspectivas.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
As letras sempre foram um projeto de vida, desde a escola e a faculdade. Meus professores e mestres, cada um a seu modo, contribuíram para minha formação enquanto professora, e alguns, devo ressaltar, como escritora. As experiências representam muito. Até hoje. E algo que lá atrás a Literatura me ensinou permanece: a vontade de estudar cada vez mais. Escrever é um sonho que se renova a cada publicação. Há textos guardados, que esperam vir à tona, quem sabe um dia. Há outros que merecem uma oportunidade de encantar. Cada um a seu tempo.
O que te inspira escrever?
Sempre gostei de escrever. Depois da experiência de escrever para crianças, com as sereias “Hália e Dóris“, arrisquei em outra linha, mais intimista e reflexiva, retratando vivências, para serem lidas, relidas, aprendidas, sentidas.
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
A leitura de “A verdade nas Emoções” é uma provocação à reflexão de nossas ações, nossos sentimentos, de forma sublime. Creio que a abordagem nos permite imaginar cada cena, e acreditar que podemos vestir a pele de algumas das personagens, e refletirmos sobre nós mesmos. E sairmos melhores.
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a editora pela autora Rita Dói, de O reizinho. Procurei, então, pela equipe e estou muito feliz por todas as oportunidades que me deram.
Obrigada pela sua participação.
Fonte: Revista do Livro

