
Revista do Livro: Maria Beatriz Del Peloso Ramos
maio 4, 2026
Revista do Livro: Cristina Gláucia Schreiner da Mota
maio 7, 2026Nasceu em 19 de novembro de 1958, em João Pessoa, mas reside em Maceió (AL) desde 1964, devido à transferência do pai, funcionário público federal, de Guarabira. Formado em Ciências Contábeis no Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/FACCON, e pós-graduado em Auditoria, Controladoria, Finanças e Gestão, trabalha como auditor na Eletrobras Distribuição Alagoas. Foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Urbana no Estado de Alagoas e conselheiro deliberativo da Fundação Ceal Assistência Social e Previdência.
Como esportista foi quarto lugar nos “VIII Jogos Escolares Brasileiros – Jeb’s”, em 1976, com a Seleção Alagoana de Handebol, em Porto Alegre (RS); Medalha de Honra ao Mérito em reconhecimento pela colaboração ao handebol de Alagoas e consta na foto da Seleção Universitária dos “XXX Jogos Universitários Brasileiros – Jub’s”, em João Pessoa em 1979, publicada no livro Handebol – 2ª edição, de Paulo Nagy Kunsagi. Na literatura, Ari Lins é um poeta que acredita nas construções poéticas; na empresa em que trabalha desenvolve projetos literários como o “Mosquitinho Poético”.
Em Maceió, coordena o “Concurso Nacional de Poesias – Folhas Notas Literárias”, sempre dando o nome de um poeta alagoano aos prêmios para homenageá-los e divulgá-los. É editor do folheto Guerreiros da Cultura, onde divulga poesias, livros e notícias do meio literário; está à frente do projeto “Sururu de Capote” desde 1996, inspirado na “Corrente Poética” do paranaense Carlos Barros, o qual consiste em deixar um livro na rua para ser adotado; é membro da Associação Alagoana de Imprensa, além de ser sócio colaborador da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – Palmeira dos Índios (AL).
Participou da I Exposição de Poesias em 1981 com o poema “Retrato de Peão”; da “The State History And Art Museum”, com o poema “Jaça do Destino”, em Kaliningrad (Rússia); da II Exposição de trabalhos artísticos feito por empregados da Ceal, A Arte Que Se Faz; e do I Encontro dos Poetas Alagoanos, organizado pelo SESC em Maceió em 1990. Recebeu o 9° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana em 2013, pelo livro Ariel; compartilhou textos em trinta e sete antologias e é detentor de cinquenta e um prêmios literários, com quatorze livros individuais publicados; é criador do “Hainetos – composição poética”; e faz uma cachaça artesanal chamada de “Poética”, que distribui entre os amigos. Em 2014, recebeu a comenda “Cipriano Jucá” da Academia Maceioense de Letras
Fonte: Revista do Livro

