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agosto 15, 2026Dedica-se aos estudos da filosofia, ética, comportamento humano e tecnologia, buscando compreender os desafios da existência contemporânea diante das transformações digitais. É autora da obra infantil Era uma Vez a Dona Joaninha – Os Cinco Sentidos e Suas Funções e idealizadora da Filosofia da Presença Consciente, proposta filosófica que valoriza o equilíbrio entre o avanço tecnológico e a experiência humana autêntica. Recentemente publicou o livro infantil: Antonella, Bella! . Em suas obras, une reflexão crítica, sensibilidade humana e compromisso com a construção de uma sociedade mais consciente.
Mundo Real / Virtual – O Ser e a Autenticidade em Tempos de Espelhos Digitais
ENTREVISTA
Olá Elli. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?
A obra propõe uma reflexão filosófica sobre o ser humano diante do mundo digital. Discute identidade, liberdade, autenticidade e responsabilidade em uma sociedade cada vez mais mediada por redes sociais, algoritmos e inteligência artificial. O convite central é simples e, ao mesmo tempo, essencial: como permanecer humano em meio a tantas mediações tecnológicas?
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia nasceu da observação de uma realidade cada vez mais conectada e, paradoxalmente, muitas vezes mais distante da presença e da autenticidade. Minha formação em Filosofia e Direito também orientou esse olhar sobre liberdade, escolhas e responsabilidade. É uma obra destinada a todos que desejam compreender melhor sua relação consigo mesmos, com o outro e com o universo digital.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou filósofa, advogada, empresária e escritora. A literatura tornou-se uma forma de reunir diferentes experiências e transformá-las em reflexão. Mundo Real | Virtual integra esse percurso autoral, que também contempla a literatura infantil. Mais do que um sonho realizado, considero a escrita um projeto em permanente construção.
O que te inspira escrever?
O ser humano. Suas escolhas, contradições, afetos e a busca de sentido diante das transformações do mundo. Escrever, para mim, é observar o presente com atenção e transformá-lo em perguntas capazes de despertar consciência.
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Porque aborda uma questão que atravessa a vida de praticamente todos nós: quem somos quando parte de nossa existência acontece diante das telas? O livro não condena a tecnologia; convida ao discernimento. Sua proposta é recuperar a autonomia, a autenticidade e a presença consciente em um mundo de estímulos permanentes.
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci em minha trajetória como escritora e encontrei uma editora com experiência, tradição e cuidado com o autor. A relação construída com a editora e o trabalho desenvolvido em minhas obras fizeram com que esse caminho literário se consolidasse naturalmente.
Obrigada pela sua participação.
Fonte: Revista do Livro

